Habituados a ter-se história e mitologia em subgéneros como heavy e folk metal, os Sphinx adicionam uma nova página a esse livro ao tratarem... Sphinx: História de Portugal em deathcore

Origem: Portugal / Reino Unido
Género: deathcore
Último lançamento: “The Battle Of Aljubarrota” (single, 2020)
Editora: independente
Links: Facebook | Bandcamp
Entrevista e review: Diogo Ferreira

Habituados a ter-se história e mitologia em subgéneros como heavy e folk metal, os Sphinx adicionam uma nova página a esse livro ao tratarem desses assuntos através de deathcore.

«Adoramos contar histórias através de música pesada.

O que esperar: «Como em todos os nossos outros lançamentos, adoramos contar histórias através de música pesada. Nos dois últimos singles, focámo-nos na história e mitologia portuguesas. Podem esperar riffs muito mais progressivos e histórias místicas num futuro próximo!»

Conceito: «Este último single conta a história da Batalha de Aljubarrota, um dos eventos mais importantes da história portuguesa e um ponto de viragem na sua política, criando também a aliança mais antiga do mundo entre Portugal e Inglaterra. Sendo portugueses, sempre quisemos representar a nossa história e mitologia através da música mais pesada que conseguimos criar.»

Sonoridade: «Começámos por ser fortemente influenciados pelo death metal da velha-guarda! Não gostamos muito de ser vinculados a géneros e apenas tentamos fazer as nossas próprias coisas. Acho que nos podem encaixar no progressive deathcore, mas gostamos de misturar, combinar e tocar o que achamos ser melhor para nós!»

Review: Banda sediada no Reino Unido, os Sphinx escolheram a Batalha de Aljubarrota para o cenário do mais recente single. A sonoridade do grupo assenta num deathcore que tanto é breakado como corrido, tanto é uma coça lenta com murros direccionados aos órgãos vitais como é um espancamento que te deixará com dentes partidos e ossos deslocados. Para além da existência de um pouco de djent, a inclusão de arranjos orquestrais também é um coelho bem sacado da cartola.