Tiago Lopes (Her Name Was Fire): «O que seria do rock sem perigo, sensualidade, energia, extravagância, luxúria e sem subir o nível do volume até ao 11?»

Nas vésperas de lançarem o segundo álbum “Decadent Movement”, Tiago Lopes foi o porta-voz de Her Name Was Fire, banda portuguesa que reúne stoner, sleaze, alternativo e algum metal à mesma mesa. Nesta entrevista fala-se de evolução, de uma forma de estar sóbria e lógica e da recuperação do perigo e sensualidade no rock.

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Nergal: «Estou aqui para picar as pessoas»

Conhecido como líder dos muito significativos Behemoth, Nergal tem em Me and That Man o seu projecto paralelo e mais pessoal que transborda as fronteiras do metal sem olhar para trás, tratando-se de uma sonoridade blues e country.

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Gautier Serre (Igorrr): «A vida não é apenas uma cor»

Igorrr: único e imprevisível.

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King Dude: «Este é um momento louco para a música, mas não pretendo parar»

Para algumas pessoas, o novo álbum de King Dude, “Full Virgo Moon”, pode ter sido uma surpresa, tanto pela forma espontânea com que surgiu como pelo facto de o norte-americano ter recuperado um método minimalista de composição deixado para trás há alguns anos.

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Leif Edling (Candlemass):  «Temos um lançamento muito porreiro, quase de graça!»
Não é preciso grande apresentação. Fundados em 1984, os Candlemass são pioneiros do epic doom metal e arrasaram em 2019 com o álbum “The Door to Doom”. Cada vez mais habituados a EPs vindos dos suecos, era expectável que mais um pudesse surgir, mas talvez não tão rapidamente. A... Ler mais
Martín Méndez (Opeth, White Stones): «Death metal está dentro de mim»

White Stones é o projecto pessoal de Martin Mendez, baixista dos gigantes Opeth, e surge com o primeiro álbum “Kuarahy”, nome relacionado ao seu local de nascimento no Uruguai. O disco representa um regresso às suas raízes, tanto familiares como musicais, explorando os caminhos esquecidos dos seus antepassados através do género musical que continua a ser o seu verdadeiro amor – death metal.

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Hermano Marques (Earth Drive): «Acreditamos que o que é honesto e feito com muita paixão, mais cedo ou mais tarde terá a sua gratificação»

Entrevista com Hermano Marques, dos portugueses Earth Drive.

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[Exclusivo] Nergal: «Quando me chatear com a política polaca, talvez seja boa ideia mudar-me para Portugal»

Em entrevista concedida por Nergal (Behemoth) à Metal Hammer Portugal a propósito do novo álbum do seu projecto blues/country Me and That Man, o polaco partilhou algum do conhecimento e gosto que tem por Portugal.

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Tann (Ironsword): «Nunca ficámos de braços cruzados e caímos em lamentações»

No ano que completam 25 anos de existência, os icónicos representantes lisboetas do metal épico, Ironsword, lançam um dos mais importantes álbuns da sua história. “Servants of Steel” é grandioso e imponente, com faixas muito inteligentes e bem estruturadas, sendo, segundo a banda, considerado o trabalho «mais desafiante alguma vez escrito». A Metal Hammer Portugal falou com Tann, o líder do grupo, sobre o novo disco e a sua carreira.

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Aaron Stainthorpe (MDB): «Todo o trabalho em estúdio foi um pesadelo para mim, tão difícil voltar a isto»

Depois de dois discos muito bem recebidos, os My Dying Bride passaram os últimos cinco anos a braços com a saída de alguns membros e com o vocalista Aaron Stainthorpe a ver a sua filha, ainda criança, a lutar contra um cancro.

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