Brutais e directos, os finlandeses Panssarituho injectam-nos o seu death/thrash metal feroz e recheado de peripécias. Panssarituho: de brutos para brutos

Origem: Finlândia
Género: death/thrash metal
Último lançamentos: “Demo I” / “Demo II” (2020)
Editora: independente
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Brutais e directos, os finlandeses Panssarituho injectam-nos o seu death/thrash metal feroz e recheado de peripécias.

«As vozes foram gravadas num carro num posto de gasolina local a meio da noite.»

Objectivos: «Fazer música brutal para pessoas que gostam de música brutal. Fazemos o nosso death metal com um toque de thrash metal e atitude punk. Podem esperar ouvir coisas muito honestas e underground. Não fazemos música demasiado produzida e com triggers. Compreendemos que a nossa música não é para as massas, mas se gostas de estourar os ouvidos e beber até ficar inconsciente, e se gostas de death metal e thrash metal à moda antiga, isto é para ti. Os nossos últimos lançamentos foram gravados por nós no nosso estúdio caseiro, o Stonehillsanitarium. Tentamos obter um som ao vivo quanto possível. As vozes foram gravadas num carro num posto de gasolina local a meio da noite.»

Conceito: «O conceito principal das duas maquetes é guerra, violência e a brutalidade do homem. A temática da guerra vem das guerras sem fim em todo mundo. Achamos que a guerra é a coisa mais aterrorizante e horrorizada, e encaixa-se muito bem no death metal. Não temos nenhum aspecto político ou ideológico nesta questão. No final, só queremos fazer músicas que gostemos e esperamos que os headbangers também gostem. Não tornamos as coisas muito complicadas!»

Influências: «Deicide, Impaled Nazarene, Nitro, Motörhead, Venom original e Torture Killer.»

Review: Música brutal para pessoas brutais é um slogan que vence sem dificuldade, e é com isto que estes finlandeses se identificam. Temas como “Tahdot tappaa” representam favoravelmente a sonoridade de uma banda que numa só música consegue evocar a gravidade injuriante de uns Deicide por um lado e o tecnicismo quase a roçar melodia de uns Kreator por outro. Tais comparações só podem fazer com que queiras mesmo ouvir Panssarituho – por outras palavras, uns minutos que não te vão roubar tempo para dar a conhecer mais uma potente banda do underground europeu.