Apostando nos anos 80 e no rock de maior expressão dessa década, os Fighter V revitalizam essa tradição em 2019. Fighter V: a cidade do pecado

Origem: Suíça
Género: rock melódico/AOR
Último lançamento: “City Of Sinners” (single, 2019)
Editora: Rock Attack Records
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Entrevista e review: João Correia

Apostando nos anos 80 e no rock de maior expressão dessa década, os Fighter V revitalizam essa tradição em 2019.

«A nossa paixão comum pelo rock dos anos 80 não deixou dúvidas desde o início sobre a direcção deste projecto.»

O que esperar: «Queremos o rock de estádio de volta e preparem-se para fazer barulho! As pessoas podem esperar de nós uma carga completa de rock melódico, incluindo refrãos enormes e uma produção poderosa.»

Conceito: «Não desistas, cumpre os teus objectivos, continua a andar em frente!»

Influências: «A nossa paixão comum pelo rock dos anos 80 não deixou dúvidas desde o início sobre a direcção deste projecto: rock de estádio sem reservas. Referências musicais: Bon Jovi, Survivor, Journey e Whitesnake.»

Review: Têm idade suficiente para se lembrarem de clássicos como “Eye Of The Tiger”, “Here I Go Again On My Own” ou “Cherry Pie”? Se sim e se a nostalgia bate de vez em quando, então os Fighter V são a banda certa para uma noite de desbunda. Embora suíços, este colectivo parece saído das avenidas de Los Angeles, tal é a similaridade com o som norte-americano. Aliás, logo à primeira audição de “City of Sinners” percebemos imediatamente a intenção dos Fighter V – trata-se de um tema com refrãos maiores do que o mundo, guitarras/bateria/boa voz em claro destaque e uma produção tipicamente perfeita para o género. Na verdade, até a percussão parece electrónica, o que poderia ser prejudicial noutros géneros/contextos, mas que assenta que nem uma luva no som dos Fighter V quando pensamos que a década de 80 usou e abusou de sons electrónicos, da pop ao rock. O grupo é bastante jovem e marca ainda mais por isso mesmo, por os seus elementos homenagearem a música de um tempo em que ainda não eram nascidos. Vale a pena conferir pela atitude e som contagiante, mesmo que não seja a vossa onda.