Mais do que uma banda, os DeathOmen são uma premonição e o fim está próximo. Sabe mais sobre eles imediatamente abaixo. DeathOmen: o fim está próximo

Origem: Eslovénia
Género: dark metal
Último lançamento: “Above Holy Ground” (2020)
Editora: independente
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Mais do que uma banda, os DeathOmen são uma premonição e o fim está próximo. Sabe mais sobre eles imediatamente abaixo.

«Não há mais tempo para correcções, desculpas ou salvação.»

Último lançamento: «“Above Holy Ground” é uma consequência lógica de uma existência de 50 anos no planeta Terra. A música existe desde a criação do universo e é universal. Ligámo-nos a este fluxo e trouxemos a mensagem cósmica a este mundo através dos nossos corpos. A mensagem é o conceito do álbum. O nosso propósito e a nossa tarefa é transmitir esta mensagem à humanidade. Não estamos a falar de fama ou dinheiro, mas de consciência e trabalho a níveis de energia mais elevados. Não temos intenção de tocar ao vivo. Não fazemos parte do negócio. Não somos uma moda. Somos a voz da criação e certamente ouvirão mais sobre nós.»

Conceito: «É um sinal de morte sobre a Terra Santa. A humanidade abandonou o conhecimento antigo e confia na quase-ciência, cujos efeitos colaterais ameaçam a destruição da espécie humana. No entanto, surge a questão de saber se a espécie humana é capaz de se autodestruir ou se será necessária uma intervenção de fora ou de dentro. As letras são basicamente pessoais, poesia pura. Com base na música, as letras foram adaptadas apenas o suficiente para tornar tudo compatível. Enfatizam as relações humanas, as relações interpessoais e as relações com o mundo que nos acolhe há milénios. A exploração do homem como nutriente energético e o controlo da humanidade, que consegue manter essa exploração ainda em curso, também são citados, directa ou indirectamente, várias vezes. Esta existência mútua é mal compreendida, e o momento da nossa partida – a extinção da nossa civilização – está muito próximo. Não há mais tempo para correcções, desculpas ou salvação. A música é fluida e simples, uma mistura de diferentes influências e estilos ligados num todo audivelmente sombrio. Destina-se principalmente a corações metal de verdade, pessoas que vivem o metal e o sentem como parte de si mesmas. O álbum é uma obra mágica e tem de ser ouvido do princípio ao fim. Assim perceberão a grandeza do que foi criado e receberão a mensagem do álbum. Caso contrário, o conteúdo permanecerá oculto e tudo parecerá uma prostituta velha e desgastada – sem valor, sem desejo.»

Influências: «O nosso som é moderno, tocamos instrumentos fabricados no Séc. XXI: guitarras ESP, Ltd., Gibson e Fender, amplificadores Marshall JCM 2000 e LaBoga, baixo Fender Precision e amplificador Ampeg e bateria electrónica. Queríamos uma simbiose do antigo com o novo, tanto quanto ao som como quanto à produção. A música dos nossos pais, como Chuck Berry, Bo Diddley, Elvis Presley, Buddy Holly e Jerry Lee Lewis, foi-nos colocada no nosso berço. Mais tarde, explorámos a música dos The Beatles, Abba, The Rolling Stones, The Who, The Yardbirds, The Doors, Janis Joplin, Jimi Hendrix, Led Zeppelin, Black Sabbath, Iron Maiden, Motörhead, Venom, Voivod, Bathory, Megadeth, Carcass, In Flames, Danzig, Tom Waits, Diamanda Galas, John Zorn, Billy Cobham, Mahavishnu Orchestra, Steve Gadd, Dimmu Borgir, Cradle Of Filth e muitos mais…»

Review: Com uma sonoridade bem old-school e produção sincera, estes eslovenos incluem em músicas como “Rise of the DeathOmen” as suas várias influências que vão do heavy metal galopante ao thrash metal com um aroma a danação, sem esquecermos segmentos mais lúgubres e lentos relacionados ao dark metal sem ser escandalosamente gótico e algum d-beat na bateria. Um rebuçado para saborear devagar.