Cinco anos depois da estreia com "Towards the Light", os Crimson Sun provam, com "Fates", que não são uma banda de um álbum só,... Crimson Sun: destinados a vencer
Foto: Janica Lönn

Origem: Finlândia
Género: melodic heavy metal
Último lançamento: “Fates” (2020)
Editora: independente
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Entrevista: Diogo Ferreira | Review: João Correira

Cinco anos depois da estreia com “Towards the Light”, os Crimson Sun provam, com “Fates”, que não são uma banda de um álbum só, seguindo sempre em frente de modo a crescer e a evoluir.

«A banda esforça-se para ser adequadamente experimental e sem medo de experimentar coisas novas.»

Último lançamento: «”Fates” é muito importante para nós. Representa continuidade e desenvolvimento, e é a prova de que conseguimos superar as dificuldades pessoais e fazer a música que queremos, mesmo no meio de grandes mudanças na vida. Além disso, o álbum representa o próximo grande passo para nós enquanto nos esforçamos para avançar no mundo da música. Algumas críticas ao primeiro álbum temiam que Crimson Sun fosse um milagre de um único álbum. “Fates” espera provar aos novos ouvintes e àqueles que já viram a banda que esse não é o caso. Os Crimson Sun evoluem e crescem. A banda mostra que não é um milagre de um único álbum!»

Conceito: «O tema mais comum do álbum é empoderamento e que tudo pode ser ganho ao acreditares em ti e na tua causa.»

Sonoridade: «Talvez o elogio mais porreiro que recebemos seja que parecemos nós mesmos. A banda esforça-se para ser adequadamente experimental e sem medo de experimentar coisas novas. Na nossa música podem encontrar referências de metal, pop e até mesmo nuances de black metal numa música deste álbum.»

Review: Dos mil lagos chegam-nos os Crimson Sun, um quinteto jurado ao heavy metal melódico contemporâneo acabado de lançar “Fates”. “We Are One” é um dos temas fortes desse registo, apontando para planícies onde o metal sinfónico mais tradicional é rei. Depois de uma digressão recente com os Diabulus In Musica, “Fates” é um passo em frente na carreira destes finlandeses liderados pela vocalista Sini Seppälä, uma voz robusta no meio que não deixará ninguém indiferente.