Os The Oblyvion apresentam "Amygdala", o novo álbum que cruza death metal, metalcore e deathcore de forma muito moderna e cativante. The Oblyvion: viver o presente

Origem: Alemanha
Género: metalcore / melodic death metal
Último lançamento: “Amygdala” (2020)
Editora: independente
Links: Facebook | Bandcamp
Entrevista e review: Diogo Ferreira

Os The Oblyvion apresentam “Amygdala”, o novo álbum que cruza death metal, metalcore e deathcore de forma muito moderna e cativante.

«Queríamos alcançar um estilo muito moderno e dinâmico.»

Último lançamento: «Com o nosso último álbum, queríamos alcançar um estilo muito moderno e dinâmico. Encontrarão muitos padrões diferentes nas nossas músicas, como orquestra, piano e elementos atmosféricos. Também é muito importante para nós que entendam as vozes. Descreveríamos “Amygdala” como um álbum de death metal muito dinâmico e melódico.»

Conceito: «O conceito principal é sobre humanidade versus natureza. A mente inconsciente do nosso ser humano. Esquecer o que é a consciência e não estar ciente do que a Mãe Natureza é capaz. Outro conceito é a luta entre nós mesmos. Não vivas no passado ou no futuro, precisas de viver agora, fazer as coisas que mais gostas e fazê-las da melhor maneira possível.»

Review: Apalpando terreno com singles desde 2017, esta banda alemã lançou finalmente o primeiro álbum, intitulado “Amygdala”, em Março de 2020. Praticantes de metalcore, os germânicos de Mannheim elaboram uma certa atmosfera cósmica em temas como “Praying Mantis” através de leads de guitarra que pairam por entre as bojardas disparadas pelos restantes instrumentos e pela voz autoritária de Attila Erdélyi. A presença de algum groove tenso faz-nos notar também algumas inclinações ao deathcore.