Praticantes de heavy metal / hard-rock, os Scarcrow esperam elevar a sua sonoridade a um nível mais alto com o primeiro álbum "Beyond the... Scarcrow: além do arco-íris negro

Género: heavy metal / hard-rock
Origem: Alemanha
Último lançamento: Beyond the Black Rainbow (2019)
Editora: Scream Records
Links: Facebook | Bandcamp
Entrevista: Diogo Ferreira | Review: Diogo Ferreira

Praticantes de heavy metal / hard-rock, os Scarcrow esperam elevar a sua sonoridade a um nível mais alto com o primeiro álbum “Beyond the Black Rainbow”.

«Deixem-nos levar-vos num passeio além do arco-íris negro.»

“Beyond the Black Rainbow”: «Lançámos um EP em 2016, mas um álbum é diferente. Isso dá-nos a oportunidade de realizar todo o nosso potencial e mostrar ao mundo quem somos. Deixem-nos levar-vos num passeio além do arco-íris negro.»

Conceito: «Liricamente, é uma sequela solta de “Something Wicked This Way Comes”, um romance de Ray Bradbury. As letras são muito conceptuais, mas musicalmente são totalmente independentes do conceito; portanto, cada música pode sustentar-se sozinha.»

Sonoridade: «Não tínhamos um som específico em mente quando formámos a banda. Isso evoluiu através das diferentes influências que cada um de nós tem e cresce com o tempo.»

Influências: «Existem muitas influências diferentes envolvidas. Isso varia de música para música. A “Blood Brother” é Motörhead, “Born Guilty” soa mais a Bon Jovi e “Jezebel” tem influências em Airbourne.»

Futuro: «Já estamos a trabalhar em novas músicas para o próximo álbum e haverá uma pequena e assustadora digressão de natal ainda este ano.»

Review: Tocam heavy metal, mas têm uma imagética gótica e de horror, especialmente devido a títulos como “Children of the Crow”, “Wolf In Sheep’s Clothin’”, “Jezebel”, “It Can’t Rain All The Time” (em alusão ao “Corvo”, cremos) ou “Scars Behind the Mask”, tudo temas pertencentes ao disco de estreia “Beyond the Black Rainbow”. Musicalmente, são cativantes q.b., com malhas influenciadas pela NWOBHM, mas também pelo heavy metal alemão mais antigo, e uma voz algo rouca que nos pode fazer lembrar Udo Dirkschneider.