Os Lost In Pain não são um nome estranho para o público português. Com passagem pela edição de 2018 do Vagos Metal Fest, os... Lost In Pain: terra de gigantes

Género: heavy metal
Origem: Luxemburgo
Último lançamento: Gold Hunters (2018)
Editora: independente
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Entrevista: Joel Costa | Review: Diogo Ferreira

Os Lost In Pain não são um nome estranho para o público português. Com passagem pela edição de 2018 do Vagos Metal Fest, os luxemburgueses prometem um regresso a terras lusitanas para a promoção do seu mais recente trabalho, “Gold Hunters”.

«As pessoas podem esperar melodia, agressão, groove e velocidade.»

Sobre “Gold Hunters”: «O nosso objectivo passou sempre por gravar um álbum que fosse melhor do que o anterior. Ficarmos satisfeitos com a nossa própria música é algo muito importante para nós e “Gold Hunters” é um disco que nos levou um passo em frente rumo a outro objectivo que é tocar na Europa. Pensámos que seria uma boa ideia inspirarmo-nos na mitologia annunaki, que reflecte a sociedade actual de diversas maneiras. As pessoas podem esperar melodia, agressão, groove e velocidade.»

Sonoridade: «Como fundámos a banda quando éramos adolescentes, não tínhamos pensado numa sonoridade específica. Tudo o que queríamos era divertirmo-nos a tocar juntos e ainda hoje é assim. Está tudo bem desde que o nosso som e as músicas que tocamos nos satisfaçam e façam sentido para nós. No entanto, diria que a nossa sonoridade evoluiu para algo thrash/heavy metal com muitos elementos melódicos. O nosso som acaba por ser uma mistura forte das nossas principais influências.»

Planos: «Estamos a planear gravar ideias novas no final de 2019 e até lá continuaremos a promover “Gold Hunters”, com datas no Luxemburgo, Holanda, Alemanha, Espanha e Portugal.»

Review: Luxemburgueses, mas com sangue português na pessoa do guitarrista Hugo Nogueira Centeno, os Lost In Pain são conhecidos do público português que se deslocou ao Vagos Metal Fest de 2018. Do groove metal ao metalcore (este menos perceptível), há muito rock alternativo potente neste quarteto que ganha pontos devido à produção densa que não permite haver espaços ocos. O trabalho das guitarras é outro factor que pode fazer-nos ficar agarrados a álbuns como “Gold Hunters” (2018).

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