A sonoridade dos Immer assenta numa base death metal que desafia os limites do género, aglomerando influências hard rock de bandas como AC/DC ou... Immer: sexo, drogas e death’n’roll

Género: death metal / death n’ roll
Origem: República Checa
Último lançamento: “Tears of Blood” (2019)
Editora: independente
Links: Review
Entrevista: Joel Costa | Review: Diogo Ferreira

A sonoridade dos Immer assenta numa base death metal que desafia os limites do género, aglomerando influências hard rock de bandas como AC/DC ou Accept.

«Criamos músicas e letras que nos fazem felizes.»

Sobre o último trabalho: «É o nosso quarto álbum. Procurámos sempre combinar death metal e heavy metal. “Tears Of Blood” oferece um total de treze músicas, incluindo uma introdução instrumental. Nas outras faixas, os ouvintes vão encontrar exactamente o que a banda os tem vindo a habituar nos últimos anos. Os Immer nunca foram uma banda extra experimental e o disco actual vai ao encontro dessa postura. Então, os fãs podem esperar por temas bem pesados, construídos sobre as bases sólidas e pesadas do death metal que depois a banda esmaga com o seu rock’n’roll e onde acrescenta também uma dose de heavy metal.»

Temática: «As letras diferem umas das outras, sendo que às vezes falam da vida, outras vezes de sangue e guerra… Criamos músicas e letras que nos fazem felizes.»

Sonoridade: «Os Immer foram fundados em 1992, mas o primeiro álbum foi editado apenas em 2008. Procurámos evoluir na sonoridade apesar de todos os quatro álbuns terem sido gravados no GM Studio Jablunkov. Chamamos death’n’roll a este tipo de estilo pois não temos limites. A nossa música pode ser apreciada pelos fãs de bandas como Amon Amarth, Kreator, Six Feet Under, Debauchery ou até mesmo Accept e AC/DC.»

Review: Com carreira iniciada em 1992, este trio checo acabou de lançar o quarto disco “Tears of Blood” em Junho de 2019, e com isso oferecem-nos o seu death metal salpicado por ingredientes de rock n’ roll, o que os torna facilmente praticantes de death n’ roll, ainda que haja também uma certa abordagem ao hard-rock. Os guturais graves acabam por contrastar em bom peso e medida com o lado mais light da rebeldia rock. Temas como “Hatred” apresentam também uma faceta melodic death metal nos leads de guitarra.

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