Nada como uma banda de death metal clássico para nos deixar bem-dispostos. É o que os checos EXTREME praticam e é o que conseguem... Extreme: a maturidade da agressão
Fotografia: Jiri Vesely

Origem: República Checa
Género: thrash / death metal
Último lançamento: “Technological Death” (2019)
Editora: independente
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Entrevista: João Correia | Review: Diogo Ferreira

Nada como uma banda de death metal clássico para nos deixar bem-dispostos. É o que os checos EXTREME praticam e é o que conseguem fazer sem dificuldade, sempre com um sorriso (à moda de Chelsea) na cara.

«A nossa evolução é mais melódica e agressiva a cada dia que passa.»

O que esperar: «Este é o nosso primeiro álbum, por isso o objectivo principal é apresentar a nossa banda e música ao mundo. Esperamos encontrar fronteiras abertas e concertos por toda a Europa.»

Conceito: «Crescimento espiritual e a luta do ser humano.»

Influências: «A nossa evolução é mais melódica e agressiva a cada dia que passa. Algumas influências nossas: Death, Carcass, Testament, Obituary, Tribulation, Black Sabbath…»

Review: Este é um nome que bem se aplica ao som produzido, o que não será muito difícil de esperar, tendo em conta que uma banda toca metal e chama-se Extreme. Da República Checa, este colectivo formou-se em 1988, mas só agora, em Fevereiro de 2019, lança o longa-duração debutante intitulado “Technological Death”. Indicados para entusiastas que gostam de uma boa junção entre death e thrash metal sem pretensiosismos, o tema-título do disco será uma óptima apresentação para uma banda que está a querer renascer.