Formados recentemente, os alemães Death Receipt já lançaram um álbum cheio de thrash e groove metal variado e apto ao headbanging... Death Receipt: descompressão da raiva

Origem: Alemanha
Género: thrash/groove metal
Último lançamento: “Written in Blood” (2020)
Editora: independente
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Formados recentemente, os alemães Death Receipt já lançaram um álbum cheio de thrash e groove metal variado e apto ao headbanging a bom ritmo.

«A mudança em ti pode ser usada para investir em sonhos futuros.»

Objectivos: «O nosso objectivo principal era lançar um CD que deixasse a nossa impressão no mundo. Outro objectivo passava por melhorarmos enquanto músicos, tirar o melhor de nós e ver como nos saímos com a nossa maneira de fazer as coisas. Também é um agradecimento à nossa pequena base de fãs em crescimento, para que pudessem ter nas suas mãos algo físico e ouvirem-nos em qualquer lugar que quisessem. Essencialmente, podem esperar uma coisa: metal! Alguns bons riffs, bateria genial, headbanging, variedade, um pouco de sabedoria nas letras.»

Conceito: «É sobre vingança, e a raiva e o ódio suprimidos internamente. A mensagem: estas emoções prejudiciais, se reprimidas, mudam a nossa vida para o negativo. É melhor abandonar isso. Por causa dessas profundas emoções negativas, o nosso próprio ser natural ficará parado no passado e impedir-nos-á de estarmos no presente. Através da música consegues expressar um pouco os teus sentimentos e deixá-los sair para se olhar mais para o futuro na vida. A mudança em ti pode ser usada para investir em sonhos futuros.»

Evolução e influências: «A nossa evolução é simples: ouvir e tocar músicas que gostamos e com isso criarmos algo novo do nada, ao nosso gosto. Falar das influências será difícil. Mas basicamente: Metallica, Lamb of God, Machine Head, Crystal Lake. Antigo e novo, principalmente o que é distorcido.»

Review: Da Baviera, terra de boa cerveja, este power-trio evidencia-se por um som rude e algo sujo, mas perceptível, com as guitarras a carregarem às costas uma dinâmica intensa e interessante. Com uma bateria que fornece polirritmos complexos e muito groove e com uma voz gritada e aberta, as várias camadas vindas das guitarras são, de facto, a cereja no topo do bolo de temas como “At the Wall”. Inseridos no panorama thrash e groove metal, headbanging e variedade serão dois dos componentes mais impactantes.