O novo álbum de The 69 Eyes intitula-se “West End” e tem lançamento a 13 de Setembro pela Nuclear Blast. Para além de terem... Dani Filth e Wednesday 13 no novo álbum de The 69 Eyes
Foto: Christin Morris

O novo álbum de The 69 Eyes intitula-se “West End” e tem lançamento a 13 de Setembro pela Nuclear Blast.

Para além de terem finalmente recuperado parte da sonoridade que lhes deu fama com os álbuns “Blessed Be” (2000) e “Paris Kills” (2002), “West End” assinala também os 30 anos de carreira dos Vampiros de Helsínquia, por isso nada melhor do que convidarem nomes de peso para assinarem o seu nome nesta celebração.

Um deles é Dani Filth, vocalista de Cradle Of Filth. «A minha amizade com o Dani Filth remonta a 1995 ou 1996», conta o Jyrki 69, frontman dos finlandeses, através da Nuclear Blast «Um dia estava a passar música no Tavastia, os Cradle Of Filth tinham tocado lá – fui para a noite com o Dani, grande festa e ficámos amigos. Dez anos depois, os Cradle levaram-nos em digressão para os EUA e foram as melhores semanas da minha vida. E quando tens amigos noutras bandas, vês-te a dizer a ti próprio ‘ei, devíamos fazer algo juntos’ e, finalmente, chegou o momento de convidar o Dani para actuar numa das nossas canções. Encontrámos uma faixa que se adequava a ele, a “Two Horns Up”, e vai abrir o álbum – uma surpresa muito porreira para os nossos fãs, penso eu.»

O convidado seguinte é Wednesday 13, conhecido por The Duke Of Spook, figura do horror-punk que ganhou o primeiro estatuto de fama em The Murderdolls. «É um bom amigo desde os tempos de Murderdolls e já andámos em tour algumas vezes», começa Jyrki 69. «Perdemo-nos durante alguns anos, mas foi óptimo encontrá-lo novamente, uma vez que ele, o Dani e eu somos grandes fãs de terror e temos muitas coisas em comum.» Neste novo trabalho dos The 69 Eyes, Wednesday 13 tem a sua aparição em “The Last House On The Left”. Jyrki 69 continua: «Era o nome do primeiro filme do Wes Craven e sempre adorei o título, por isso seria perfeito convidar o Wednesday. Contudo, a música precisava de uma voz feminina… Mas não precisei de procurar muito – Calico Cooper, dos Beastö Blancö e filha de Alice Cooper, era o encaixe perfeito e tornou-se na canção perfeita de horror-punk para o Halloween deste ano.»