Conhecidos pela sua paixão pelo horror, a dupla Bloody Hammers regressa aos álbuns com “The Summoning” que tem lançamento a 28 de Junho de... Filmes de horror que inspiram os Bloody Hammers

Conhecidos pela sua paixão pelo horror, a dupla Bloody Hammers regressa aos álbuns com “The Summoning” que tem lançamento a 28 de Junho de 2019 pela Napalm Records.

Foto: cortesia da Napalm Records

Mais do que nunca, o cinema está impregnado na banda, visto que uma parte do disco é nitidamente inspirada em flicks de horror da velha-guarda, como podes descobrir abaixo.

“Let Sleeping Corpses Lie” (1974), de Jorge Grau.

Logo a abrir o álbum, a faixa “Let Sleeping Corpses Lie” tem ligações ao filme de 1974 com o mesmo título. Com realização de Jorge Grau, um polícia persegue dois hippies suspeitos de assassinatos semelhantes aos da família Manson. Sem saber, os verdadeiros culpados são os mortos-vivos trazidos de volta à vida, com fome de carne humana, através de pesticidas usados pelos agricultores.

“And Now the Screaming Starts!” (1973), de Roy Ward Baker.

Logo na segunda posição do alinhamento do disco, “Now the Screaming Starts” oferece-nos uma viagem a 1973 com o filme, de título muito similar, “And Now the Screaming Starts!”. Nesta película, o realizador Roy Ward Baker leva-nos à Inglaterra de 1795 onde a jovem Catherine acaba de casar com Charles Fengriffen, mudando-se para o castelo do marido. Catherine torna-se vítima de uma maldição antiga que assola a família. Na noite de núpcias é violada por um fantasma e engravida. A estrela do elenco tem o nome de Peter Cushing.

“Tales That Witness Madness” (1973), de Freddie Francis.

Na segunda metade do álbum, os Bloody Hammers recuperam “Tales That Witness Madness” (1973) de Freddie Francis. Num filme dividido em segmentos, um psiquiatra conta quatro casos a um colega. Kim Novak é o nome mais alto do elenco.

“From Beyond The Grave” (1974), de Kevin Connor.

Na penúltima posição surge “From Beyond The Grave” que poderá ser uma alusão ao filme de 1974 com o mesmo título e com Peter Cushing no elenco, tratando-se de uma antologia de quatro mini-contos de terror à volta de uma loja de antiguidades e do seu proprietário britânico. No entanto, a banda já referiu que este tema trata-se de uma homenagem a FW Murnau, cineasta alemão e mestre do cinema expressionista que nos deu filmes como “Nosferatu, eine Symphonie des Grauens” (1922), “Faust: Eine deutsche Volkssage” (1926) ou “Sunrise: A Song of Two Humans” (1927).