Formados em 2007, os britânicos Pythia têm no seu quarto álbum "The Solace of Ancient Earth" um exercício de power metal sinfónico extremo, onde... Pythia: espíritos e sombras

Género: power metal sinfónico
Origem: Reino Unido
Último lançamento:  The Solace of Ancient Earth (2019)
Editora: independente
Links: Facebook
Entrevista: Joel Costa | Review: Diogo Ferreira

Formados em 2007, os britânicos Pythia têm no seu quarto álbum “The Solace of Ancient Earth” um exercício de power metal sinfónico extremo, onde o destaque recai no peso e na negritude que conseguiram alcançar. Falamos com a banda a respeito da nova proposta discográfica.

Se achas que o metal sinfónico não é suficientemente metal para ti, então talvez tenhamos a resposta para esse problema.

Objectivos: «Este é já o nosso quarto disco mas apenas o primeiro com a Sophie como vocalista. O nosso objectivo foi e sempre será compor bons discos dos quais nos podemos orgulhar, através do desenvolvimento da nossa base musical e da expansão resultante de novas ideias e das influências dos novos membros da banda. Se achas que o metal sinfónico não é suficientemente metal para ti, então talvez tenhamos a resposta para esse problema.»

Letras: «Há temas ligados à natureza como “Spirits of the Trees”, literatura histórica (“An Earthen Lament”) e letras que lidam com a procura pela força e pela esperança nos períodos mais negros (“Hold of Winter”).»

Comparação com discos anteriores: «É mais pesado, com mais riffs, liricamente mais épico e bem mais dinâmico. A base do nosso som passa pela mistura de elementos do metal sinfónico, do power, do thrash e também do metal gótico, e desta vez adicionámos elementos do metal extremo, do folk e até do prog. Simplesmente aconteceu seguirmos esta direcção; fomos guiados pela inspiração e pelos nossos instintos.»

REVIEW
Pythia
«The Solace of Ancient Earth»

independente, 2019


“The Solace of Ancient Earth” foi lançado em Maio passado com a particularidade relevante de ser o primeiro álbum com a nova vocalista Sophie Dorman, que se mostra versátil, indo de ambientes operáticos a execuções mais amigáveis do tipo rock, um pouco à imagem de Charlotte Wessels, dos holandeses Delain. O quarto disco destes ingleses é rico em arranjos atmosféricos, segmentos bombásticos, vozes cativantes e riffs interessantes que acompanham bem a narrativa criada. Indicado para fãs de Epica.

Outras publicações: