Com o novo álbum, intitulado “Dominion”, agendado para sair no próximo dia 16 de Agosto pela Napalm Records, a Metal Hammer Portugal elabora uma... HammerFall: os hinos de Hector

Com o novo álbum, intitulado “Dominion”, agendado para sair no próximo dia 16 de Agosto pela Napalm Records, a Metal Hammer Portugal elabora uma lista das músicas que os HammerFall, passados mais de 25 anos, continuam a tocar ao vivo para gáudio dos fãs.

Foto: Robert Tüchi – Picwish Fotodesign

Por mais que o primeiro álbum “Glory to the Brave” (1997) seja um grande marco na discografia dos suecos, o quarto “Crimson Thunder” (2002) é o trabalho mais requisitado pela própria banda no que a setlists diz respeito, como é o caso de “Riders of the Storm” e “Hearts On Fire”, esta que tem finalizado os espectáculos de 2019.

De facto, “Glory to the Brave” começa a cair no esquecimento, ainda que nele existiam grandes temas como “Steel Meets Steel”, “Stone Cold” e a faixa-título, esta que raramente tem sido interpretada. Todavia, “Legacy of Kings” (1998) e “Renegade” (2000) são álbuns obrigatoriamente revisitados ao vivo pelos HammerFall, com a inclusão de “Let the Hammer Fall” do primeiro e o tema-título do segundo. “Heeding the Call” ou “Templars Of Steel”, uma de cada disco respectivamente, serão, contudo, sempre boas, mas omitidas, escolhas para um concerto.

Após “Crimson Thunder” (2002), os acólitos de Hector passaram por uma boa fase na carreira devido à forma como foram catapultados por esse disco, mas também porque se seguiram dois trabalhos de enorme relevo: “Chapter V: Unbent, Unbowed, Unbroken” (2005) e “Threshold” (2006). Enquanto do primeiro aparece “Bloodbound”, o seguinte tem sido completamente esquecido pela banda mas não pelos fãs, sendo que faixas como “The Fire Burns Forever” ou “Howlin’ with the ‘Pac” seriam certamente dois momentos de êxtase num espectáculo de HammerFall.

Por seu turno, “No Sacrifice, No Victory” (2009) não tem sido posto de parte e nos concertos de 2019 até são ouvidas duas faixas deste disco: “Any Means Necessary” e “Legion”. E se “Infected” (2011) tem o mesmo estatuto de “Threshold” no que a omissão diz respeito, já o aplaudido “(r)Evolution” (2014) entra nos alinhamentos ao vivo com “Hector’s Hymn”.

Em aproximação à actualidade, os HammerFall gostaram tanto de “Built To Last” (2016), sendo até visto como uma reinvenção de “Glory to the Brave”, que dele têm aproveitado “Hammer High” e, nalgumas ocasiões, “The Sacred Vow”.

Com um novo disco, de nome “Dominion”, e com uma grande digressão norte-americana em vista, é claro que os nórdicos serão obrigados a promovê-lo e os temas escolhidos para os concertos são por demais óbvios, sendo que “One Against the World” será uma composição eleita até para tours vindouras e “(We Make) Sweden Rock” não faltará à chamada por razões inerentes, bastando olhar para o título.

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